Muitos se perguntam se a mídia offline morreu, mas a resposta é mais simples do que imaginam.

Perguntas de que a mídia offline morreu ou não sempre permeiam o ambiente das agências de propaganda. Isso porque, com o crescimento da internet e do digital, a real efetividade e impacto das mídias chamadas tradicionais passou a ficar em cheque. Porém, levando em consideração que 54% dos domicílios brasileiros têm acesso à internet, segundo a pesquisa TIC Domicílios, a única maneira de falar com os outros 46% é através da mídia offline! Por isso, a resposta para esta pergunta é mais simples do que muitas pessoas imaginam. Não, a mídia offline não morreu. No entanto, ela sofreu alterações e está se reinventando a cada dia, agregando novas tecnologias e inovações. 

Mas vamos entender melhor.  

***Atenção: isso pode te ajudar a defender ideias de campanhas para superiores! ?  

# Por que não podemos dizer que a mídia offline morreu? 

Existem diversos aspectos que fortalecem e asseguram a mídia offline entre as opções de bons investimentos em mídias. Entre eles, podemos citar alguns pontos: 

  • O comportamento do público 

Um dos pontos que mais fortalecem ainda esse tipo de mídia offline é o comportamento do consumidor. Embora esteja bastante presente nas mídias sociais, o público ainda tem comportamentos offline. 

Ou seja, as pessoas ainda saem as ruas, pegam ônibus, passeiam em shoppings, entre outras atividades. Dessa forma, essas atividades são excelentes oportunidades para que esse cliente seja impactado por uma propaganda (que até pode estar atrelada a alguma ação online). Uma coisa não exclui a outra.   

Dificilmente as pessoas vão deixar de fazer as atividades rotineiras para viver inteiramente no mundo digital. Por isso, não podemos dizer que a mídia offline morreu porque o consumidor está mais vivo do que nunca nesse ambiente tradicional. 

  • A “estabilidade” das imagens 

Pense sobre sua navegação em um site comum de notícias. Você fecha pop-ups, minimiza banners, bloqueia anúncios ou pula propagandas. Essas funcionalidades são típicas dos modelos digitais, e fazem com que muitas pessoas simplesmente passem pelas propagandas e decidam não vê-las. 

No entanto, no mundo offline, as imagens e propagandas são “estáveis”. Isso quer dizer que você não pode fechar um outdoor, pular um anúncio de rádio ou bloquear um busdoor. 

Todos esses tipos de propaganda impactam de uma forma ou outra os consumidores. Assim, mesmo quem não esteja interessado em comprar, será exposto a essa propaganda e poderá criar uma lembrança de marca, como já explicamos aqui. 

  • Dados mais precisos 

Um dos grandes trunfos defendidos pelos profissionais especializados em mídias digitais é a qualidade e precisão dos dados. É inegável que a tecnologia tem permitido aos anunciantes cada vez mais dados sobre a navegação e o comportamento dos consumidores. E isso, com certeza, deve ser levando em conta – inclusive para pensar no Off.  

No entanto, inúmeras pesquisas já mostraram que a precisão dos dados online nem sempre acontecem. Muitas informações são fraudadas, imprecisas ou inutilizadas.  

Com isso, muitas pessoas ainda preferem apostar nas mídias offline porque os dados têm maiores chances de serem fiéis, uma vez que podem ser coletados diretamente com o cliente, por exemplo. Assim, corre-se menos risco de desperdício de recursos em dados que estarão errados ou não serão usados.  


  • Possibilidade de agregar campanhas 

As mídias offline são muito versáteis e permitem uma integração muito positiva com as estratégias online. Isso porque, como dissemos acima, a mídia chamada tradicional atua exatamente onde as pessoas estão no mundo físico, não dando a possibilidade que elas excluam as propagandas.  

Com isso, as estratégias on off têm cada vez mais trabalhado juntas para atingir o público de forma mais específica, personalizada e efetiva. 

Precisa de uma comunicação on e offline integradas? Embarque nessa jornada junto com a Spaço! 

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